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Um dia, resolvi fazer a brincadeira de ir revendo a vida desde que nasci, e fui contando assim, livremente, no ouvido de quem mais amo, a trajetória toda. Eles amavam em silêncio, a minha vida em capítulos. Com meus filhos, tenho a mais bela história de amor da minha vida. É uma mágica em que vamos tecendo um laço cada vez mais apertado. Eles dão sentido a minha vida. Eu dou sentido a vida deles. E então: somos felizes assim, um sendo a alma da vida do outro. Existem as diferenças, mas elas furam todas as ondas. Não interessa o que difere, interessa o que nos une e, juntos, vamos inteiros vida afora.

AFETO COM AÇÚCAR E CANELA

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ara onde quer que vá, vá de todo coração. (Confúcio)

"Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia..." (Lenine)

“As Pessoas Mais Felizes:

São Aquelas Que Não Têm

Nenhuma Razão Específica

Para Serem Felizes...

Exceto Pelo Fato Que Elas São.”


Para onde quer que vá, vá de todo coração. (Confúcio)









sábado, 15 de outubro de 2011

Filhos de pais separados



Os pais representam, com a união, harmonia e amor mútuo, um ponto de apoio e segurança para o desenvolvimento dos filhos. É natural, portanto, que haja algum tipo de sofrimento para os filhos quando os pais se separam ou mesmo quando ameaçam fazê-lo. Por outro lado, não é sadio e não é bom para ninguém a permanência em relações deterioradas, esgotadas e preenchidas por violências, desentendimentos contínuos, ofensas mútuas. Isso, de qualquer forma, desestabiliza emocionalmente os filhos. É também um direito de qualquer casal se desentender, brigar e, em casos mais graves, se separar. Saber fazer isso, minimizando a repercussão negativa nos filhos, é uma verdadeira arte e muito importante.

Não é fácil dar uma atenção especial às crianças, num período de muito stress, às voltas com seus conflitos internos e vivendo também momentos de insegurança e dor. Um esforço extra, no entanto, torna-se necessário para despender alguma energia em cuidar dos filhos, durante essa fase. Nesse momento, ao contrário, eles precisam de presença, carinho, compreensão para se adaptarem à separação. Disputá-los como aliados, jogar os filhos contra o parceiro, usar o sofrimento e o medo das crianças para sensibilizar aquele que quer separar, numa tentativa de paralisá-lo é partir o filho ao meio. Obrigar os filhos a ficarem do lado do Pai ou da Mãe cria neles um profundo sentimento de angústia e culpa, desestabilizando-os emocionalmente. Pedir a opinião dos filhos é levá-los para um papel que não é deles.

Comunicar aos filhos que as coisas não vão bem no relacionamento dos Pais é a única coisa que devem saber. Se o diálogo com os filhos é importante em qualquer momento, durante a crise da separação é vital. Através do diálogo os filhos saberão com antecedência e em primeira mão a decisão da separação. É importante nessa ocasião, reafirmar que eles (os filhos) não têm nenhuma responsabilidade com a decisão que os pais estão tomando e que nada fizeram para que isso ocorresse.

Dizer-lhes que apesar de dolorosa, a separação é uma escolha e, portanto, o exercício de autonomia de cada pessoa. Que a perda faz parte da vida e que várias vezes teremos de lidar com ela. Ensinar ainda que o grande objetivo da vida é a felicidade e que quando uma relação está provocando dor e sofrimento ela perdeu o sentido. Se ensinarmos aos filhos o casamento, temos de ensinar-lhes também a separação.

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