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Um dia, resolvi fazer a brincadeira de ir revendo a vida desde que nasci, e fui contando assim, livremente, no ouvido de quem mais amo, a trajetória toda. Eles amavam em silêncio, a minha vida em capítulos. Com meus filhos, tenho a mais bela história de amor da minha vida. É uma mágica em que vamos tecendo um laço cada vez mais apertado. Eles dão sentido a minha vida. Eu dou sentido a vida deles. E então: somos felizes assim, um sendo a alma da vida do outro. Existem as diferenças, mas elas furam todas as ondas. Não interessa o que difere, interessa o que nos une e, juntos, vamos inteiros vida afora.

AFETO COM AÇÚCAR E CANELA

AFETO COM AÇÚCAR E CANELA
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ara onde quer que vá, vá de todo coração. (Confúcio)

"Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia..." (Lenine)

“As Pessoas Mais Felizes:

São Aquelas Que Não Têm

Nenhuma Razão Específica

Para Serem Felizes...

Exceto Pelo Fato Que Elas São.”


Para onde quer que vá, vá de todo coração. (Confúcio)









segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Receita


Procuro
uma receita mágica

Pra dar riso ao Janjão.
Pra faturar o pão.
Pra adoçar a lição.

Pra promover a banda,
remover quem dsmanda,
coroar a ciranda.

Procuro um jeito
de ser leve e profundo.

Procuro uma criança
pra comandar o mundo.

sábado, 15 de outubro de 2011

Filhos de pais separados



Os pais representam, com a união, harmonia e amor mútuo, um ponto de apoio e segurança para o desenvolvimento dos filhos. É natural, portanto, que haja algum tipo de sofrimento para os filhos quando os pais se separam ou mesmo quando ameaçam fazê-lo. Por outro lado, não é sadio e não é bom para ninguém a permanência em relações deterioradas, esgotadas e preenchidas por violências, desentendimentos contínuos, ofensas mútuas. Isso, de qualquer forma, desestabiliza emocionalmente os filhos. É também um direito de qualquer casal se desentender, brigar e, em casos mais graves, se separar. Saber fazer isso, minimizando a repercussão negativa nos filhos, é uma verdadeira arte e muito importante.

Não é fácil dar uma atenção especial às crianças, num período de muito stress, às voltas com seus conflitos internos e vivendo também momentos de insegurança e dor. Um esforço extra, no entanto, torna-se necessário para despender alguma energia em cuidar dos filhos, durante essa fase. Nesse momento, ao contrário, eles precisam de presença, carinho, compreensão para se adaptarem à separação. Disputá-los como aliados, jogar os filhos contra o parceiro, usar o sofrimento e o medo das crianças para sensibilizar aquele que quer separar, numa tentativa de paralisá-lo é partir o filho ao meio. Obrigar os filhos a ficarem do lado do Pai ou da Mãe cria neles um profundo sentimento de angústia e culpa, desestabilizando-os emocionalmente. Pedir a opinião dos filhos é levá-los para um papel que não é deles.

Comunicar aos filhos que as coisas não vão bem no relacionamento dos Pais é a única coisa que devem saber. Se o diálogo com os filhos é importante em qualquer momento, durante a crise da separação é vital. Através do diálogo os filhos saberão com antecedência e em primeira mão a decisão da separação. É importante nessa ocasião, reafirmar que eles (os filhos) não têm nenhuma responsabilidade com a decisão que os pais estão tomando e que nada fizeram para que isso ocorresse.

Dizer-lhes que apesar de dolorosa, a separação é uma escolha e, portanto, o exercício de autonomia de cada pessoa. Que a perda faz parte da vida e que várias vezes teremos de lidar com ela. Ensinar ainda que o grande objetivo da vida é a felicidade e que quando uma relação está provocando dor e sofrimento ela perdeu o sentido. Se ensinarmos aos filhos o casamento, temos de ensinar-lhes também a separação.