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Um dia, resolvi fazer a brincadeira de ir revendo a vida desde que nasci, e fui contando assim, livremente, no ouvido de quem mais amo, a trajetória toda. Eles amavam em silêncio, a minha vida em capítulos. Com meus filhos, tenho a mais bela história de amor da minha vida. É uma mágica em que vamos tecendo um laço cada vez mais apertado. Eles dão sentido a minha vida. Eu dou sentido a vida deles. E então: somos felizes assim, um sendo a alma da vida do outro. Existem as diferenças, mas elas furam todas as ondas. Não interessa o que difere, interessa o que nos une e, juntos, vamos inteiros vida afora.

AFETO COM AÇÚCAR E CANELA

AFETO COM AÇÚCAR E CANELA
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ara onde quer que vá, vá de todo coração. (Confúcio)

"Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia..." (Lenine)

“As Pessoas Mais Felizes:

São Aquelas Que Não Têm

Nenhuma Razão Específica

Para Serem Felizes...

Exceto Pelo Fato Que Elas São.”


Para onde quer que vá, vá de todo coração. (Confúcio)









sexta-feira, 29 de abril de 2011

À deriva...


"Ela descobriu que gosta e cuidar do outro, mas não sabe se cuidar.
Cuidar é feminino, lembra colo, chá quente na cama, flores no vaso, lembra comida de mãe, biscoitos e pudim de leite condensado da irmã. Cuidar tem a ver com o xale que as mulheres põem sobre os ombros. Lembra o sagrado feminino, que não é explícito, escancarado, que não pode e não deve ser divulgado para todo mundo. Gosta de conversar com quem tem algo a dizer. "Não é papo de maritaca, não. É papo de águia para águia",alguém que tem sempre muito a ensinar, um livro a indicar, uma terra para cuidar, um jardim para plantar, um fogão a lenha para acender, um tambor para tocar, um pão para amassar e uma dádiva a oferecer.
Cuidar tem a ver com entrega, com o secreto que se oferece ao outro como parte de si mesmo. Cuidar é compartilhar, mesmo que em silêncio.
Cuidar é passar a mão nas feridas não cicatrizadas do outro. É transformar-se em bálsamo, em remédio, mesmo que sem receita. É ouvir a queixa, o lamento profundo de outro ser, mesmo que não haja fórmula para espantar tanto medo.
Já cuidar-se já é mais complicado. Tem a ver com espelho e o jeito de captar os reflexos distorcidos da imagem. Tem a ver com unir os fragmentos e remendar os retalhos perdidos dentro da própria história, tem a ver com costurar, fio a fio, os emblemáticos sofrimentos passados.
Cuidar-se exige dedicação, disciplina, vontade de viver e de conquistar um corpo que não é o dela e que nunca vai ser. Cuidar de si mesma exige segurança de voo, bússola para não se perder quando o tempo estiver nublado. Exige leme para que a embarcação não fique à deriva e, mais do que tudo, exige disponibilidade e seleção de prioridades.
Cuidar tem a ver com sonhos em forma de biscoitos ou de pensamentos em noite de chuva, quando a natureza também era mais suave e não devastava tanto o território sagrado da Terra. Quando a chuva no telhado era sinal de bênção e não de catástrofe. Cuidar do outro é um jeito de cuidar de si mesmo, de ofertar o melhor de você. Cuidar é enxergar no outro pedaços inteiros de você mesma, é ver-se nos olhos do outro, abrir as janelas internas para deixar o vento entrar e soprar suavemente dentro da gente."

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Arnaldo Jabor dando bronca em mim ??


"Magda? A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Magda...Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.

Pule corda! Magda...magda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?"

segunda-feira, 18 de abril de 2011

YouTube - Mercearia Paraopeba

(...é só clicar no link pra você conferir***vai lá!) aqui ó:;">YouTube - Mercearia Paraopeba

É um dos zilhões de anônimos filmes perdidos no mar global do YouTube. Mas tem cativado espectadores no país e exterior. Com mensagens empolgadas: "Não deixe de ver", "Como a felicidade custa pouco", "Nem tudo está perdido", "Dá vontade de ir lá fazer compras", "Só no interior tem essas coisas", é a rotina da gente boa tranquila-demais-da-conta do interior de Minas Gerais".
Assista você também a aos sete minutos de Um armazém das antigas, contando a história da Mercearia Paraopeba, de Itabirito. Singelo e sensível, o filme valoriza a simplicidade, e encanta, comove e dá saudade. O sotaque e o vocabulário lembram vozes queridas...
A cidade, a estaçãozinha de trem, as duas portas:parede, teto, chão e balcão, tudo atulhado de mercadoria, de comer, beber, trecos, tarecos e teréns, num caos simpático e familiar - quase vem o cheiro de velhos armazéns! O dono se identifica: "Eu me chamo José Augusto de Almeida", explica o nome da venda, "os produtos vinham de Moeda, lá no Paraopeba", e sua atitude. "A gente incentiva a produção; vai lá, conversa, leva a semente pras pessoas, né, faz aquela amizade, aquela parceria, né?".
Ativo e falante, o filho, que toca o dia a dia, acrescenta: "Tem produtos que eles não têm, né? E não tem o dinheiro, talvez. Já chegou no fim do mês, já recebeu, já gastou. Aí, ele traz o produto e fala: 'Ô Roninho, vou deixar aí. Quê que você podia me trocar?'. Aí, ele não me paga. Ou eu anoto, ou então a hora que eu vou na fazenda, na casa dele, pra entregar, ele, pra não ficar deveno, me vende a galinha, o frango, o ovo, a cidra. Aí, a hora que eu vou somar, falo, "Pera aí que eu que tô gastano', aí eu pago, ainda dou um tiquinho." E o pai: "Se planta feijão, leva arroz; se planta arroz, leva feijão." Mas pode ser geléia de mocotó. Ou a goiabada feita em parceria com a família de São Bartolomeu, que recebe o açúcar e fornece goiaba e mão de obra. O sabão de cinza, enrolado na palha de bananeira. Ou azeite de mamona, para iluminar e curar umbigo de menino. Ou jatobá, ou macela para travesseiro. O pai revela: "O segredo do negócio é o seguinte: a freguesia, nossa, vem só, vem porque nós temos de tudo, quase tudo, né? E também porque a gente trata todo mundo bem, né? Tanto faz ser rico, pobre ou remediado, aqui ele tá em casa". Eo filho: "Acaba a gente conheceno cada freguês pelo olhar ou então por aquele freguês que vem toda semana".
Passado e presente se fundem na fala mansa: "Papai, muito brincalhão né, de vez em quando desce com o caderno, fica o caderno aqui, apesar que ele tem um xodó danado com o caderno porque tem a letra da minha bisavó, do meu bisavô, e ele tem como recordação aquilo. E eu também vendo fiado aqui, né? Aí, um dia, chegou um senhor aqui pra comprar, né, e falou: 'Ô Roninho, eu tô quereno levar batata, tô quereno levar fubá, tô quereno levar biscoito de polvilho... E eu deixei aquilo, falei: 'Ôpa, vem alguma coisa aí, pra ver por que ele vinha aqui, né'. 'Mas eu queria que anotasse, tem jeito de você anotar pra mim?' Eu falei: 'Uai, perfeitamente. Nós vamos anotar pro senhor, mas como é que o senhor se chama?' A hora que ele falou o nome todo, aí o papai brincou com ele, falou: 'Pera aí, deixa eu ver se o antecedente seu ficou deveno meu avô; se ficou, aí tem jeito de vender não; mas se não ficou... Tava brincano, porque sabia que a pessoa era correta, e tudo..."
Roninho sucedeu o pai; Pedro, seu filho, se prepara para sucedê-lo. Ele aplaude: "Isso é o bacana, continuar essa sequência, é daqui que a gente tira o sustento."

Assim, a vida fica serena e cristalina como água correndo na pedra da montanha.
(Carlos Herculano*Estado de Minas)

sábado, 16 de abril de 2011

Água Benta


Acho curioso gente que critica. Um povo ácido, corrosivo, em processo de desintegrar. O maior crime contra a grande harmonia universal é a emissão incessante de todos os sentimentos irritados e destrutivos pela humanidade. Água benta neles. É preciso compreender que quando criticamos o efeito sob a estrutura do nosso próprio ser é o mesmo que se produziria sobre um edifício, se a argamassa que ligasse os tijolos recebesse diariamente choques cada vez maiores. Esses impactos repetidos desarticulariam as partículas de argamassa e o prédio simplesmente desabaria, transformando-se numa massa desordenada. Ou no nosso linguajar caipira: criticar é derreter. Os alvos das nossas críticas podem até sofrer o chicote das ondas, mas a gente é que é o centro do redemoinho. Então, além de chato e ácido, a gente vai ficando feio. Porque quando a paz, o amor e a luz não moram nos pensamentos e sentimentos do ser humano, não existe qualquer quantidade de esforço físico que possa manter o seu exterior expressando juventude e beleza. Ou como ensina a alquimia: assim como é por dentro, é fora. Os nossos pensamentos e sentimentos são os únicos poderes criativos no universo. Não adianta culpar ninguém. Quando pego um desses pela frente, me envolvo num ovo de luz, não mordo o anzol e só olho de longe tudo o que eu não quero ser.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Sentimentos...


Em qualquer situação de vida não há como driblar razões e sensibilidades e sentimentos. Homem ou mulher, cada um sabe como carregar o coração. É diferente em cada ser. Mas também por que deveria ser igual? O importante é ter, ser e ficar feliz quando se gosta. Momentos únicos. Optar por celebrar o dia feito para o "nós". O "sim" que se faz eterno em duas vidas quando se escreve uma história... O elo que não tem solda, mas não parte facilmente. Razão ou sensibilidade. E mesmo que essas diferenças existam, insistam e persistam, nada interfere na busca de um homem e uma mulher para fundir seus corações. Perfeito encaixe do Bem. Felicidade. Paciência. Luta. Muita vontade em ter alguém tão distinto pertinho de si. Mesmo que na essência cada um tenha seu jeito desajeitado de ser.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Eterna Aprendiz.


O interesse e a curiosidade para o autoconhecimento, do mundo e das outras pessoas presidem o caminho da auto-realização. Pessoas bem-sucedidas dão grande valor às questões emocionais. Navegamos em dois mundos: o mundo técnico, objetivo das coisas, da racionalidade, e o mundo subjetivo, dos sentimentos, do ser. Nossas relações e nosso estado de espírito dependem da compreensão e desenvolvimento de nossas emoções. Felicidade, amor e paz são sentimentos. Pessoas bem-sucedidas aceitam as diferenças e sabem que todos somos semelhantes. Não existem pessoas superiores ou inferiores. Podem ser diferentes na etnia, na origem, nas condições sociais e na religião. Isso, porém, não dá o direito à ninguém de se sentir maior que os outros.

Pessoas bem-sucedidas, enfim, são aquelas que sabem que o grande objetivo da vida é viver. E viver é celebrar a vida em qualquer circunstância e ter a sabedoria de aprender a ser feliz.

"Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar." (Monteiro Lobato)


"De todos os presentes da natureza para a raça humana, o que é mais doce para o homem do que as crianças?"
(Ernest Hemingway)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tempo?


"Meu tempo é hoje", concreto, palpável, finito e veloz. Sempre correndo atrás da agenda que não cumpri, da atenção que não dei, dos compromissoas aos quais faltei, dos telefonemas que não respondi, da palavra amiga que deixei de dizer, do bolo que não fiz quando as crianças pediram ou até mesmo do café que não passei...hoje, depois de outro hoje, depois de outro mais urgente hoje... e pra quê?

Videogame


Arraste o sofá da sala e faça as aulas em casa. É essa a proposta do jogo de vidogame ZUMBA FITNESS. Você vai se divertir, gastar energia e ainda aprender a dançar nove ritmos diferentes: salsa, merengue, cumbia, hip-hop, reggaeton, mambo (oba), rumba (ebâ), flamenco e calipso (ulálá...).
São 30 opções de coreografia, algumas criadas exclusivamente para o vidogame. O jogador começa a competição em uma academia, mas pode escolher outros cenários, como boate, fábrica, topo de um arranha-céu ou estádio.
O game é disponível, entre outros, para Nitendo e Playstation.

Se você ainda tem dúvida, pensa nos benefícios da dança (eu nem penso, porque, eu já nasci antes da dança, néh?):

*Libera o estresse do dia a dia
*Fortalece as pernas
*Melhora a frequência cardíaca
*Aumenta a resistência Muscular
*Queima Calorias

Vamosimbora lá?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

"Água da Gente"

Dentro das comemorações pelo Dia Mundial da Água, 22 de março, a RC comunicação criou para a Copasa a campanha “Água da gente”. As peças, além de propor uma discussão sobre o gerenciamento das águas em espaços urbanos, tiveram também como objetivo chamar a atenção para a preservação do recurso, despertando o relacionamento das pessoas com a água. Na estratégia, a COPASA lançou um questionamento: “Cada um tem o seu motivo para cuidar da água. Qual é o seu?”.
“Para a COPASA, a sustentabilidade acontece agora. E, por isso, resolvemos fugir dos argumentos clichês e comumente trabalhados nas campanhas que acontecem nessa data. Recorremos ao indivíduo e a um dos seus sentimentos mais nobres para gerarmos uma atitude de mudança”, revela Pedro Souza, coordenador de Planejamento da RC.
Já o diretor de criação Guilherme Araújo aposta na identificação do público com a campanha: “A gente poderia pedir para as pessoas economizarem água, não poluírem os rios, etc. Mas esse discurso elas já conhecem. Precisamos criar uma relação emocional das pessoas com a água. Mostrar que ela é mais do que um simples produto. Que antes de chegar à torneira, existe um longo caminho e um ciclo que precisa ser respeitado. E respeito não se pede. Se conquista”, frisa o criativo.
A campanha “Água da Gente” poderá ser conhecida por meio das ações que serão desenvolvidas em shoppings, escolas e pontos de grande circulação de pessoas em todo o Estado. Além disso, um grande manifesto de amor virtual está sendo construído. Pessoas do mundo todo foram convidadas a declarar seu amor a esse recurso tão essencial para a vida por meio do site .
www.aguadagente.com.br

As declarações podem ser em formato de filme, texto ou fotografia.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Para Pensar

"(Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.)"
Rubens Alves

* Este texto foi enviado pra mim (na verdade um presente) pelo Dr. Ernesto, e de tão lindo, divido com vocês...

"Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: A dor..
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.

Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém."